terça-feira, 15 de junho de 2010

A nova volta e um mosquito engolido

Bom pessoal,
De regresso aqui ao blogue, se bem que as voltas de BTT não têm parado.
Eu e o Pedro Santos temos alinhado regularmente à partida e, agora que as pernas já aguentam bastante, decidimos ampliar e rever a nossa volta. No passado domingo, com o equipamento de GPS do Pedro a servir de orientação, acrescentámos cerca de 4km... Maioritariamente a subir, naturalmente!

Aqui ficam as fotos e o percurso:













Questiona-se a minha vasta audiência sobre a intrigante segunda parte do título. Bom, é isso mesmo: o nosso amigo Pedro, numa volta num destes dias tosse, cospe, engasga-se e vomita um mosquito! É o que dá subir de boca aberta!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Dia tã lindo de sol e carro queimado

Inaugurámos o GPS do Pedro Santos! Finalmente, temos dados "reais" do percurso.

Isto foi o que fizemos:
18.2 Km
Duração 1h55
Média 10km/h
Ponto mais alto 350m
Ponto mais baixo 92m






A volta deste domingo, a que apenas compareceram os malucos do costume, caracterizou-se também por um "achado":



E por último, uma imagem do reporter de serviço:

segunda-feira, 12 de abril de 2010

foto panorâmica

A pedido de várias famílias, aqui fica uma foto tirada pelo Luís Figueira, com uma magnífica paisagem que se vê depois do esforço (glório) da Subida Impossível.
(está tremida, que o homem teve que subir com a bina às costas ;))

Finalmente... SOL!

Neste domingo, mais uma volta por terras da Amoreira, desta vez acompanhados por uma solarenga manhã.
À partida, os habituais resistentes, eu e o Pedro Santos, acompanhados heroicamente pelo Bruno e pelo Luís Figueira (nota mental: oferecer-lhe um roadbook da Ramada, para não se voltar a perder :)).
No total, cerca de 25km, 70% dos quais a subir, como é costume.
Aqui fica documentado o passeio, com especial destaque para as imagens da "Subida Impossível", que assim permanece para a grande maioria dos participantes. As últimas imagens documentam as expressões vitoriosas no alto da Serra da Amoreira.
Para o próximo domingo há mais, esperemos que com sol, que a vida tem outra luz! (e os passeios de BTT também).

















quinta-feira, 8 de abril de 2010

Variações na Arrábida

O fim de semana passado foi de Páscoa, pelo que o pessoal deve ter-se dedicado à engorda em vez de queimar calorias serras acima e abaixo.
Esta entrada serve para relatar um passeio que fizemos no domingo de 26 de Março de 2010, a convite dos nossos companheiros de lama da NovaBase, a quem desde já fica aqui o público agradecimento.
O local escolhido foi a Arrábida. À partida, do pessoal da Ramada, eu, o Pedro Santos (também ele um "NB"), o Luís Figueira, e o Rogério (que ia dando cabo do GPS!) integrados num grupo de cerca de 10/15 pessoas.
A volta prometida "assustava" pela dimensão inicialmente proposta (35/40 km) mas essencialmente pelo desconhecimento do percurso. Será que estavamos preparados?
Bom, saída com atraso de uma hora de Palmela (a mudança da hora não ajudou aos mais desatentos), atacando desde logo a subida dos Moinhos - nada de especial, confesso... - para por um percurso muito interessante, mais pela técnica do que pela dificuldade - passarmos por zonas conhecidas de quem anda naquelas paragens. Diga-se, desde já, que anda por lá muita gente! Chamar-lhe-ia a 2ª circular do BTT!!
O nosso amigo Luís Figueira não estava em condições físicas adequadas (as faltas sucessivas à Ramada não ajudam, digo eu...) e abandonou a volta, apesar de um esforço notável para acompanhar o grupo.
De assinalar o ataque ao "fio dental", um single track famoso. De tão famoso, que o trilho já está "escavado" pelas passagens sucessivas de bttistas... Nada de especial, apesar dos avisos do organizador.
Com o adiantar da hora, o percurso ficou reduzido a cerca de 24km e os "Ramadenses" estiveram sempre à altura, integrados no pelotão da frente.
Em comentário final, diga-se que a nossa volta acaba por ser mais exigente em termos físicos do que a efectuada (acredito que haja outros caminhos mais difíceis por aquelas bandas) porque tem uma altitude acumulada significativa e também porque não tem tantas zonas intermédias para rolar.
O público agradecimento reiterado aos organizadores do passeio e fica o convite para nos virem acompanhar pela Ramada.
A convocatória está feita para o próximo domingo, 11 de Abril de 2010.

segunda-feira, 15 de março de 2010

O regresso











Pois é, pessoal, depois de um interregno a que as intempéries recentes não são alheias, lá regressámos à nossa voltinha habitual.
Desta vez, nada de especial a assinalar: à partida eu, o Pedro Santos e o Tiago “Specialized”. Quer dizer, este último, como sempre atrasado, apanhou-nos já no alto da Ramada. O percurso fez-se a ritmo reduzido, que a ausência de 3 semanas impôs, mas numa toada firme e constante.
Uma nota de destaque: assistimos à subida de uma só vez e sem paragens do Tiago da “subida impossível” que passou a ser a “subida impossível com terreno molhado”. Eu também o acompanhei, com um pezito no chão quase a chegar ao topo… Sapatos com cleats dá nisto!
Soube bem, muito bem. Para o próximo domingo lá estaremos para aproveitar a paisagem deslumbrante, de que aqui deixo conta em reportagem fotográfica executada com mestria pelo Pedro.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

À volta com o Bolinhas





Ora aqui fica mais um relato de um magnífico passeio dominical.
Desta vez, à partida estavam 4 estarolas: eu, Nogueira, Pedro e Rogério. Juntámo-nos a estes dois no metro de Odivelas, uma vez que decidiram vir já a pedalar desde casa.
A primeira e durinha subida fez-se em bom ritmo. A malta mais enferrujada ficou para trás e lá esperei por eles no alto da Ramada, onde fiz as primeiras fotos.










Depois, entrada em terra (a lama deu-nos, finalmente, tréguas). Tudo normal, magnífica paisagem que a boa visibilidade deixava ver até que… Aparece o bolinhas!
Nada mais do que um caniche, gordo pra cacete, que decidiu começar a correr atrás do Pedro! Como ele confidenciou “se não 'tivesse aí o teu pai, levavas um pontapé no focinho!”. O “pai” do Bolinhas – nome pelo qual (não) respondia o cão – era um cão de grande porte que o dono fazia por segurar com a trela.

No alto da subida do entulho, o Nogueira recebe uma chamada do Tiago “Specialized”. Como sempre atrasado, e sem avisar da sua comparência, já tinha feito a volta a abrir para nos encontrar. O problema, é que tínhamos desviado caminho para o Metro…
Lá nos apanhou, já no final.

Antes disso, a subida impossível. Mais uma vez, houve quem a tentasse fazer em cima da burra. Desta vez o Nogueira. A foto em que se vê ele a olhar para a própria cauda, é a prova viva de que não se consegue – para já – fazer aquilo sem desmontar. O homem, que se gabava de apenas ter caído 3 vezes desde que anda de sapatos de encaixe, deu cabo da média, acrescentando 2 quedas de seguida. Fica para a próxima, Nogueira, que lá estarei para registar o momento.



Nada mais havendo a relatar, fica encerrada mais uma acta!
Para a semana, é capaz de não dar – porque não estou cá, mas há uma volta planeada para os lados do Trancão – mas daqui a 15 dias é certo!


Abraços….